Bovino Sustentável

 

10AnosPecuaria_PORT 2 bmpMaior planície alagada do planeta, o Pantanal é um imenso reservatório de água doce com funções importantes, como ajudar a estabilizar o clima e a conservar o solo.

Com 210 mil km², no Brasil o bioma se divide entre os estados do Mato Grosso do Sul (65%) e Mato Grosso (35%) e se estende também ao norte do Paraguai e leste da Bolívia, onde é chamado de Chaco.

Estudos da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) mostram que há vários pantanais. Onze ao todo, com características próprias de solo, vegetação e clima.
A rica biodiversidade reúne 4,7 mil espécies conhecidas de animais vertebrados e plantas, que vão de grandes mamíferos, como onças e cervos do Pantanal, a 3,5 mil espécies vegetais, entre elas o buriti e o capim-mimoso; de grandes répteis, a exemplo da sucuri e da jararaca, a 659 aves. Algumas delas emblemáticas como garças, araras, falcões e o tuiuiú, pássaro símbolo da região; além de mais espécies de peixes do que em toda a Europa. Das 263, o maior é o jaú, um bagre gigante que chega a medir mais de um metro e pesar 120 quilos.

Com mais de 250 anos de convívio harmonioso com a natureza, a pecuária no Pantanal mato-grossense oferece uma carne bovina muito saborosa, resultado da alimentação verde dos rebanhos, que consomem pastagens nativas ao longo de toda sua vida – vegetais sem agrotóxicos ou adubos químicos. Não recebe antibióticos como promotores de crescimento nem ureia na sua alimentação.

Alimentando-se de grãos para ganho de peso somente nos últimos meses de vida, este sistema permite a redução de 90% de vermífugos utilizados em produções convencionais.

O rebanho convive em harmonia com a fauna e flora regional e não recebe antibióticos e hormônios. O uso de vermífugos acontece somente de forma estratégica. Além disso, o boi é livre de confinamento e convive com espécies selvagens nativas, como o porco monteiro, veado galheiro e campeiro, emas, tatus e tuiuiús. Assim, cada novilha tem um espaço de 03 hectares para expressar seu comportamento natural e se alimentar, como os demais animais.

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Estudos indicam que 98% dos recursos naturais utilizados na produção são renováveis, caracterizando a pecuária do Pantanal como um sistema sustentável. De acordo com a Embrapa – Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária, a atividade além de não agredir o meio ambiente, preserva o Pantanal e promove a inclusão social das famílias pantaneiras.

O gado é considerado o “bombeiro do Pantanal”, por se alimentar do pasto que fomentaria as queimadas anuais da região. O fato da Korin trabalhar com novilhas, garante aos produtores uma melhoria de sua renda, uma vez que os machos tem comércio garantido, enquanto as fêmeas não atingem o mesmo valor comercial.

Bovino no Pantanal

Benefícios ambientais das tecnologias adotadas

Os benefícios ambientais para a região a partir da conservação dos recursos hídricos e florestais são visíveis.

O modelo de manejo dos pastos, ao estar em conformidade com a legislação ambiental vigente, garante a proteção dos mananciais de água e contribui para a conservação da biodiversidade local. Este manejo integrado permite a conservação de habitat naturais da fauna local e a garantia das condições naturais de reprodução dos animais silvestres.

As práticas conservacionistas, como o uso de adubos verdes, plantio direto e sistemas agroflorestais podem afetar positivamente as populações da fauna do solo além da importância de manter a diversidade da macrofauna para que o solo tenha boa estrutura e fertilidade.

O manejo da água a partir de um sistema de distribuição para bebedouros artificiais permite a racionalização no uso da água, ou seja, atende ao consumo animal de acordo com a demanda real, não ocasionando perdas de água.

O manejo do solo e pastos, em sistema de rodízio, permite a conservação das espécies de forrageiras nativas que complementam a dieta dos animais além de manter a diversidade de forrageiras na área de produção, favorecendo o controle de pragas e doenças de pastagens e a nutrição animal.

A técnica de manejo agroecológico dos solos, com a manutenção da adubação orgânica e uso de biofertilizantes, indica uma melhora da fertilidade, do equilíbrio microbiológico e da boa capacidade de suporte do solo.

O manejo adequado do solo e das pastagens possui uma relação direta com a preservação das espécies nativas florestais. Nas áreas com sistema silvipastoril são mantidas as espécies arbustivas para fins de manutenção do bioma Cerrado e o favorecimento ao bem estar animal (áreas de sombra, proteção de ventos), além de contribuir para conservação e equilíbrio biológico do solo (aporte de nitrogênio com espécies leguminosas) e da biodiversidade do sistema.

O modelo de pecuária sustentável, representado pela implantação das boas práticas de produção, desenvolvido nos projetos pilotos, comprovam benefícios diretos ao produtor e ao meio ambiente.

O sistema promove uma melhoria nos índices zootécnicos e, consequentemente, um resultado técnico e econômico que permite uma rentabilidade mais atraente para o produtor rural, além disso gera impactos positivos ao meio ambiente.

Os trabalhos demonstram que existe uma relação direta entre o modelo de pecuária sustentável e um ganho ambiental as propriedades.

Apresentação:

Cortes congelados:

  • Acém
  • Alcatra
    Capa de Filé
    Contra Filé
    Costela Minga
    Costela Ripa
    Coxão Duro
    Coxão Mole
    Músculo da Paleta
    Músculo
    Paleta
    Peito
    Peixinho

Cortes Resfriados:

  • Alcatra
    Bananinha
    Contra Filé
    Filé de Costela (Noix)
    Coxão Mole
    Filé Mignon
    Fraldinha
    Lagarto
    Maminha
    Músculo
    Patinho
    Picanha
    Raquete (Shoulder)

Escala de Produção Korin

Este produto faz parte da Linha Sustentável da Korin, que contém produtos saudáveis e seguros, a caminho da Agricultura Natural, com as possíveis características:

  • sem aditivos químicos
  • sem quimioterápicos
  • sem conservantes
  • economicamente viáveis
  • ecologicamente corretos
  • socialmente justos
  • culturalmente aceito
  • com bem-estar animal
  • dentro de um comércio justo, “Fair-trade”