Os antibióticos podem ser utilizados como remédios terapêuticos para tratar eventuais doenças, comuns em granjas convencionais com alta densidade populacional.
Na Korin, por haver um rigoroso processo de bem-estar animal, que cuida da saúde dos animais preventivamente, raramente os animais adoecem. Quando isso ocorre, eles são isolados dos demais e tratados com vitaminas e probióticos.
Em nenhuma etapa da criação são ministrados antibióticos terapêuticos nas galinhas, frangos, bovinos e peixes da Korin.
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A produção de frangos sustentáveis e orgânicos da Korin foi pioneira no Brasil por não utilizar de antibióticos como promotores de crescimento ou como terapêuticos, anticoccidianos e demais quimioterápicos comumente utilizados na produção de frangos.
A empresa acredita que os processos livres de componentes químicos respeitam a natureza e se aproximam da Agricultura Natural, preconizada por Mokiti Okada, produzindo alimentos saudáveis e ricos em energia vital.

Frangos e Galinhas Felizes!

Para a Korin, aves doentes que necessitam de antibióticos são, constantemente, submetidas ao estresse crônico. Nesta situação, ocorre uma resposta fisiológica no corpo do animal, com alta liberação de hormônios, deixando seu sistema imunitário desequilibrado.

Quais os riscos do uso de antibióticos na produção animal?

O excesso do uso de antibióticos na produção animal é considerado o principal responsável pelo surgimento das bactérias resistentes em humanos, seja pela ingestão de proteína animal ou até por vegetais, devido à contaminação das águas em decorrência do descarte de camas de frango. Segundo a OMS, bactérias que causam infecções graves em humanos já desenvolveram resistência à maioria ou a todos os remédios disponíveis no mundo hoje.
Pesquisa realizada pela The Lancet Planetary Health descobriu que criações com redução ou não uso de antibióticos em animais de produção reduzem as bactérias resistentes a antibióticos em até 39%. Por isso, dê sempre preferência para proteínas animais que não façam uso desses medicamentos.

Entenda o processo:

Os resíduos dos antibióticos usados na indústria animal chegam ao meio ambiente de diversas formas, seja pelas fezes e urina dos animais que pastam, seja pela utilização de esterco animal na adubação de culturas, contaminando vegetais usados para consumo humano, inclusive os orgânicos.
Os resíduos também impactam negativamente a vida de seres aquáticos e terrestres e favorecem a resistência de micro-organismos aos antibióticos.

O que a Korin usa no lugar de antibióticos?

Além de permitir que as aves expressem seus comportamentos naturais em espaços com densidade menor em relação à prática convencional, evitando assim o seu estresse, a Korin está sempre em busca de alternativas aos antibióticos, fazendo o uso de:

PROBIÓTICOS: microrganismos vivos capazes de instalar-se e proliferar-se no trato intestinal, competindo por espaço e substrato com microrganismos patogênicos, promovendo o reequilíbrio da microbiota natural do indivíduo.

PREBIÓTICOS: ingredientes que, no trato gastrointestinal, promovem o crescimento e estabelecimento das bactérias benéficas, assim como colaboram para a eliminação de microrganismos patogênicos, aumentando assim, a ação dos probióticos.

FITOGÊNICOS: obtidos a partir de vegetais, como o alho, são incorporados à ração das aves para proporcionar maior variedade nas fontes alimentares, promovendo, assim, versatilidade da microbiota intestinal do animal, otimizando o seu desempenho e melhorando a conversão alimentar.

ÓLEOS ESSENCIAIS: melhoram a absorção de nutrientes e a qualidade intestinal, funcionando como um selecionador de bactérias benéficas ao organismo do animal.

“É nessa convivência cooperativa que está fundamentada a nossa sobrevivência e a nossa felicidade nesse planeta. Cabe a nós, portanto, buscar formas de produzir nosso alimento em consonância com tais leis universais e nisso reside o profundo significado da Agricultura Natural.”
Dr. Luiz Carlos Demattê Filho
Diretor Superintendente da Korin Agricultura e Meio Ambiente

Certificação

A ausência de antibióticos na produção da Korin é atestada, desde 2013, pela certificação internacional, WQS (World Quality Service), empresa de certificação, inspeção e treinamento, que atua no mercado brasileiro há mais de 20 anos.
A Korin foi a primeira empresa do Brasil a receber esta certificação e seu processo diferenciado e pioneiro no País serviu de base para que a WQS desenvolvesse o selo “livre de antibióticos”, que hoje certifica produções em todo o país.