Como seus hábitos alimentares podem impactar nas mudanças climáticas

em 16 de mar de 2023

Entenda como os alimentos que entram no seu prato podem fazer a diferença para um futuro com sustentabilidade

Em 16 de março, é comemorado o Dia Nacional de Conscientização sobre as Mudanças Climáticas. 

Apesar de parecerem distantes da realidade no dia a dia, as alterações globais no clima do planeta também são afetadas pelas ações de cada indivíduo. Quer um exemplo? Os alimentos que entram no seu prato podem fazer a diferença para um futuro com sustentabilidade.

No artigo abaixo você confere como seus hábitos alimentares podem impactar nas mudanças climáticas.

  

O que são mudanças climáticas?

Dia Conscientização Mudanças Climáticas

As modificações provocadas a longo prazo nos padrões do clima do planeta são conhecidas como mudanças climáticas e podem ser fruto da ação humana ou ter origem natural. Entre as principais estão o derretimento de geleiras, a elevação do nível do mar e a intensificação de períodos chuvosos ou secos.

As causas são variadas: a emissão de gases de efeito estufa (GEEs) pela queima de combustíveis fósseis para geração de energia ou por desmatamento; a perda de biodiversidade; a degradação do meio ambiente e o desgaste dos recursos naturais.

Para promover a sensibilização a respeito no Brasil, em 2011 foi instituído o Dia Nacional de Conscientização sobre as Mudanças Climáticas. 

 

Produção convencional e mudanças climáticas

Agrotóxico e efeito estufa

A produção convencional de alimentos emprega compostos químicos que, embora sejam considerados úteis para lidar com problemas de fertilidade e qualidade do solo, causam efeitos negativos a longo prazo no meio ambiente.

Entre os impactos gerados por essas substâncias estão:

  • A eliminação de organismos importantes para o desenvolvimento das plantas, o que gera a degradação da qualidade da terra e redução da biodiversidade;
  • A poluição do lençol freático, da atmosfera e de todo o ecossistema por componentes como dioxinas e metais pesados;
  • O aumento da resistência de alguns seres apontados como pragas para as plantações.

 Além disso, esse tipo de manejo pode estar associado ao desmatamento de florestas, que provoca a emissão de compostos orgânicos voláteis, dióxido de carbono e gases de efeito estufa.

Com uma pequena mudança de hábito alimentar, é possível colaborar para a preservação do meio ambiente e a redução das mudanças climáticas: coloque nas refeições os alimentos produzidos de acordo com a agricultura natural e orgânica.

Agricultura natural: equilíbrio e preservação dos recursos naturais

A agricultura natural privilegia o perfeito equilíbrio entre a saúde humana, a preservação do homem no campo e o uso dos recursos naturais.

Este método foi idealizado por Mokiti Okada (Japão,1882-1955) como alternativa para os problemas decorrentes da prática da agricultura convencional, na década de 1930, especialmente no que diz respeito ao uso excessivo de agroquímicos na terra.

É responsável por promover a associação entre os valores ecológicos e sociais para resgatar a pureza do solo e dos alimentos, manter a diversidade e o equilíbrio biológico, além de contribuir para melhorar a qualidade de vida dos seres humanos.

Foi a partir de tal filosofia que nasceu a Korin, em 1994, empresa que é referência na produção de alimentos orgânicos e sustentáveis.

 

Agricultura orgânica: sustentabilidade para o futuro do planeta

O cultivo orgânico preza pelo bem-estar animal e pela preservação dos recursos naturais. Respeita o ritmo natural da terra e previne o esgotamento de seus recursos, sem utilizá-la à exaustão. Para isso, emprega fertilizantes feitos a partir de componentes naturais, como húmus, farinha de osso, algas e esterco, e aplica técnicas de rotação de culturas, buscando explorá-la de maneira uniforme.

No lugar de agrotóxicos, que podem provocar a contaminação dos rios, lagos e mares, as produções orgânicas recorrem a técnicas como o controle biológico, para promover o equilíbrio de pragas agrícolas e seres transmissores de doenças a partir do emprego de seus inimigos naturais.

Assim, ao manter uma microbiota do solo ativa e diversificada, capaz de estabilizar a matéria orgânica, permite a proliferação de insetos, fungos e outros microrganismos benéficos, criando condições de vida para muitas espécies que não sobreviveriam em plantios tradicionais e favorecendo a cadeia alimentar para animais maiores. Dessa forma, o manejo orgânico colabora também para a biodiversidade, oferecendo condições para a manutenção da vida selvagem.

Agora que você já sabe como o seu prato pode fazer a diferença para o futuro do planeta, descubra todos os benefícios ambientais e sociais dos alimentos orgânicos e conheça nossa linha de produtos.

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