A produção de frangos sustentáveis e orgânicos da Korin foi pioneira no Brasil por não utilizar de antibióticos como promotores de crescimento ou como terapêuticos, anticoccidianos e demais quimioterápicos comumente utilizados na produção de frangos.
A empresa acredita que os processos livres de componentes químicos respeitam a natureza e se aproximam da Agricultura Natural, preconizada por Mokiti Okada, produzindo alimentos saudáveis e ricos em energia vital.

Hormônios

Ao contrário do que diz o senso comum, frangos não recebem hormônios para acelerar o seu crescimento. Isso porque, por ser um animal monogástrico, os frangos não são afetados pela ação de hormônios, o que torna sua ministração impraticável. Além disso, no Brasil, a administração de hormônios em aves é proibida por Lei. Por essa razão, todo frango produzido no país é SEM USO DE HORMÔNIO, COMO ESTABELECE A LEGISLAÇÃO BRASILEIRA.

Antibióticos como promotores de crescimento

Em lugar de hormônios, as produções convencionais de frangos e galinhas poedeiras, costumam administrar antibióticos que agem como promotores de crescimento nos animais. Isso porque esses antibióticos, que costumam ser inseridos na ração das aves, alteram a flora intestinal dos animais, fazendo com que comam ração em maior quantidade e, consequentemente, cresçam e engordem mais rápido. Atualmente, cerca de 80% da produção global de antibióticos, segundo a OMS, é destinada à produção animal e, somente, 20% para o tratamento de humanos.
Em janeiro de 2006, o uso de antimicrobianos como promotores de crescimento na alimentação dos animais foi banido pela União Europeia. No Brasil essa prática ainda é permitida.
Na Korin, as aves não recebem antibióticos como promotores de crescimento, em nenhuma etapa do processo. Seu crescimento é dado de maneira natural, com ração sem uso de proteína animal e enriquecida com probióticos, prebióticos, fitogênicos e óleos essenciais.

Antibióticos terapêuticos

Os antibióticos também podem ser utilizados como remédios terapêuticos para tratar eventuais doenças, comuns em granjas convencionais com alta densidade populacional.
Na Korin, por haver um rigoroso processo de bem-estar animal, que cuida da saúde dos animais preventivamente, raramente os animais adoecem. Quando isso ocorre, eles são isolados e tratados com vitaminas e probióticos.
Em nenhuma etapa da criação são ministrados antibióticos terapêuticos nas galinhas, frangos, bovinos e peixes da Korin.

Frangos e Galinhas Felizes!

A produção de frangos sustentáveis e orgânicos da Korin foi pioneira no Brasil por não utilizar de antibióticos como promotores de crescimento ou como terapêuticos, anticoccidianos e demais quimioterápicos comumente utilizados na produção de frangos.
A empresa acredita que os processos livres de componentes químicos respeitam a natureza e se aproximam da Agricultura Natural, preconizada por Mokiti Okada, produzindo alimentos saudáveis e ricos em energia vital.

Quais os riscos do uso de antibióticos na produção animal?

O excesso do uso de antibióticos na produção animal é considerado o principal responsável pelo surgimento das bactérias resistentes em humanos, seja pela ingestão de proteína animal ou até por vegetais, devido à contaminação das águas em decorrência do descarte de camas de frango. Segundo a OMS, bactérias que causam infecções graves em humanos já desenvolveram resistência à maioria ou a todos os remédios disponíveis no mundo hoje.
Pesquisa realizada pela The Lancet Planetary Health descobriu que criações com redução ou não uso de antibióticos em animais de produção reduzem as bactérias resistentes a antibióticos em até 39%. Por isso, dê sempre preferência para proteínas animais que não façam uso desses medicamentos.