O que a Korin usa no lugar dos antibióticos e anticoccidianos?

em 6 de abr de 2023

O que a Korin usa no lugar dos antibióticos

Além de permitir que as aves expressem seus comportamentos naturais em espaços com desidade menor em relação à prática convencional, evitando assim o seu estresse, a Korin está sempre em busca de alternativa aos antibióticos, fazendo o uso de:

PROBIÓTICOS: microrganismos vivos capazes de instalar-se e proliferar-se no trato intestinal, competindo por espaço e substrato com microrganismos potencialmente patogênicos.

PREBIÓTICOS: ingredientes que, no trato gastrointestinal, promovem o crescimento e estabelecimento das bactérias benéficas, assim como colaboram para a eliminação de microrganismos patogênicos e suas toxinas, aumentando assim, a ação dos probióticos.

FITOGÊNICOS: (extratos herbais/óleos essenciais):  obtidos a partir de vegetais, como o alho, são incorporados à ração das aves para proporcionar maior variedade nas fontes alimentares, promovendo assim, versatilidade da microbiota intestinal do animal, otimizando o seu desemenho e melhorando a conversão alimentar. Melhoram a absorção de nutrientes e a qualidade intestinal, funcionando como um selecionador de bactérias benéficas ao organismo animal.

ÁCIDOS ORGÂNICOS: Os ácidos orgânicos são comumente encontrados na natureza como componentes normais de tecidos vegetais e animais. Além disso, são formados através da fermentação microbiana no trato intestinal constituindo parte importante do suprimento energético dos animais hospedeiros. Têm importante papel na preservação da integridade nutricional dos grãos da ração, na modulação da microbiota intestinal, favorecendo a população benéfica e auxiliando no controle da patogênica, importante para o suprimento energético dos animais hospedeiros. Têm importante papel na preservação da integridade nutricional dos grãos da ração, na modulação da microbiota intestinal, favorecendo a população benéfica e auxiliando no controle da patogênica.

O que a Korin usa no lugar dos anticoccidianos?

A Korin Alimentos, pioneira na certificação de não uso de antibióticos e bem-estar animal na indústria alimentícia no Brasil e na América Latina, inova mais uma vez.

Quase 30 anos após criar o seu primeiro frango de forma natural, sem nenhum antibiótico e nenhum anticoccidiano, a empresa registra o selo NAAU, com apoio da AVAL (Associação Brasileira da Avicultura Alternativa) e do CPMO (Centro de Pesquisa Mokiti Okada). A certificação, que traz em sua sigla o significado ‘Nenhum Antibiótico e Nenhum Anticoccidiano Utilizado’ foi desenvolvida para garantir ao consumidor produtos isentos de qualquer substância que interfira de forma intencionale abrupta na fisiologia do animal aplicada na criação, inclusive as permitidas por lei.

A coccidiose é uma doença parasitária que ataca o intestino das aves e provoc a sintomas como apatia, perda de penas, intestino hemorrágico e perda de absorção de nutrientes.

Causada por um protozoário (Eiméria), a doença prejudica o desenvolvimento das aves e causa diminuição da absorção de nutrientes, além de facilitar o surgimento de outras patologias, como a Clostridiose.

Para combater a coccidiose, a indústria farmacêutica criou os anticoccidianos (ionóforos ou quimioterápicos), produtos adicionados intencionalmente na ração animal para prevenir ou tratar contra a coccidiose, eliminando a presença da eiméria no organismo das aves.

A solução alternativa às ferramentas tradicionais mais efetivas atualmente é a exposição controlada, realizada através de soluções concentradas de oscistos esporulados vindos de diferentes espécies de eiméria. Na exposição controlada a ave recebe o microrganismo inteiro, vivo e com o seu potencial patogênico atenuado. Ademais, suas concentrações são conhecidas, isso faz com que a ave tenha condições de reconhecer o protozoário e preparar suas defesas naturais de forma eficiente, o que torna o animal imunocompetente frente ao desafio.

Ao promover um ambiente favorável ao bem-estar animal e á saúde das aves, criamos aves saudáveis que não precisam de antibióticos e anticoccidianos para viver.

 

Por que não utilizamos nenhum tipo de antibiótico e anticoccidiano?

Bem-estar animal: frangos felizes

Aves doentes, que necessitam de antibióticos e anticoccidianos são, constantemente, submetidas ao estresse crônico. Nessa situação, ocorre uma resposta fisiológica no corpo do animal, com alta liberação de hormônios, deixando o seu sistema imunitário desequilibrado.

Na Korin, práticas que permitem um estado de completa saúde física e mental, em que o animal esteja em harmonia com o ambiente que o rodeia, são auditadas pela certificadora independente HFAC. Portanto, a empresa segueos cinco pontos que constam na Declaração Universal do Bem-estar Animal: Liberdade Nutricional, Liberdade Ambiental, Liberdade Sanitária, Liberdade Comportamental e Liberdade Psicológica.

 

As Bactérias Resistentes:

São bactérias causadoras de doenças, resistentes a muitos antbióticos. Com o passar do tempo e com o uso indiscriminado de antimicrobianos, muitas bactériasse adaptam e desenvolvem resistênciaa alguns medicamentos, e isso torna-se uma característica genética deste microrganismo, o que dificultaria o tratamento de humanos que, porventura, pudessem ser afetados por elas.

Em janeiro de 2006, o uso de antimicrobianos como promotores de crescimento na alimentação dos animais foi banido pela União Europeia. No Brasil, essa prática ainda é permitida.

 

Danos ao meio ambiente

Os resíduos dos antibióticos usados na indústria animal chegam ao meio ambiente de diversas formas, seja através das fezes e urina dos animais que pastam, seja pela utilização de esterco animal na adubação de culturas, contaminando vegetais usados para consumo humano, inclusive os orgânicos. Os resíduos também impactam negativamente a vida de seres aquáticos e terrestres, e favorecem a resistência de microrganismos a antibióticos.

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